Fora do padrão

Cena do filmaço "Na Natureza Selvagem" - Into the Wild - sobre a viagem de Alexander Supertramp, a quem admiro pacas!

Muitos que acompanham meu blog sabem que sou fissurado por viagens, adoro viajar, conhecer lugares diferentes, pessoas novas, experiências inesquecíveis e até escrevo sobre isso, você pode conhecer um pouco em (www.viajantemochileiro.blogspot.com).

Por causa dessa minha fixação, acabei firmando amizades e conhecendo pessoas que curtem de viajar também, compartilhando com elas infos e histórias sobre nossas afinidades.

Alguns deles largaram empregos, namoradas, família, venderam tudo ou guardaram grana durante anos para jogar tudo para o alto e se mandar pelo mundo.

Passaram dias, semanas, meses e até anos viajando…uns se virando mais que os outros, uns em lugares sossegados, outros em lugaes exóticos…mas voltaram com experiências e histórias inenarráveis e inesquecíveis.

Eu os admiro…não só pelas viagens em si, mas pelo fato de se jogarem no mundo, sem se preocuparem com o padrão social de terem que ficar no mesmo emprego durante anos, galgar alguma promoção ou um emprego melho, casar, montar uma casa, comprar eletrodomésticos, comprar um carro, ter filhos, esperarem seus filhos crescerem, cuidarem dos netos, etc…

Muitas pessoas crêem que a vida é um ciclo inacabável de atos idênticos a de seus antepassados; todos devem nascer, crescer, arrumar um trabalho que a sociedade fique admirando, casar e ter filhos.

Não estou criticando quem faz isso…é legal, a maioria dos meus amigos estão casados, têm filhos e adoram suas vidas…o problema é comigo…

Muitos dos meus amigos não entendem o porquê de eu achar normal viver a vida viajando, curtindo a cada segundo, fazendo várias coisas que ela oferece, gastando energia com esportes radicias e não pensando em casamento…

É estranho até porque o ser humano desde os primórdios, quando era nômade e posteriormente por seus conquistadores, desbravadores e simples estudiosos e viajantes, sempre teve a sanha de sair pelo mundo em busca de quebrar suas próprias fronteiras.

Não sei porque não se pode pensar diferente da maioria da sociedade, não sei porque não se pode admirar essas pessoas que se aventuram na vida, que dão voltas e voltas no mundo, não sei porque todos temos que seguir o padrão de comprtamento imposto tacitamente em nossa sociedade para sermos “normais”!

Bom, acho que já sei o que acontece…não sei se existe vida após a morte, mas por via das dúvidas, estou vivendo ela agora…intensamente…que é para eu não me arrepender!

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